Terça-feira, 6 de Março de 2012

Eco-nomia

Nem pensem em rir que o tema é muito sério. Quem esboçar um sorriso está convidado a vir beber um refresco de cianeto. E, meus senhores, temam-me, porque os pais da Maddie deram-me ideias giras para matar pessoas.

Sou um leigo na matéria, porque não tirei um curso de economia. Adivinhem quem também não tirou… A maior dos portugueses. E o que me impede de dar opinião só porque não percebo patavina do assunto? Nada. Portanto, aqui vamos nós.

Os bordões são sempre os mesmos. Vão desde “contracções do PIB” a “receitas de impostos”, passando por um sem número de dívidas: a interna, a externa, a privada, a pública, a da mercearia, a do senhor Fonseca do talho e a de uma casa com champagne cara e meninas com pouca roupa. “Estou, Passos. Não é para me armar em piegas, mas eu e noventa porcento da população, não percebemos muito bem o que é que o pessoal do Governo anda a fazer com o nosso dinheiro. Seja o que for, não gastem tudo em marisco e em iates. Guardem um bocadinho para pagar as contas.”

Estou, de certa forma, revoltado porque existe a probabilidade de ser um de entre muitos jovens portugueses que vão desejar um “ganha-pão” e a única forma de o fazer, vai ser numa filinha indiana que vai dar ao centro de emprego. Isto porque quem manda está mais interessado na penalização dos rendimentos de quem trabalha, já de si a baixo custo, em vez de apostar forte no crescimento económico através da criação de postos de trabalho. Digo eu que sou um palerma. E as pessoas são joguetes embaladas por ilusões trazidas por uns senhores estrangeiros com cara séria e pastinhas pretas. Eles trazem tranches. Seja lá o que isso for, gostava de experimentar com cebolinho picado e pimentão doce.

Os políticos não mentem, porque quando a mentira está tão impressa em nós, acaba por ser real. Unicamente, usam palavras bonitas e bem compostas para vendar os olhos de quem quer ver e acaba por não conseguir.

E como é que a população, força motora da economia, pelo menos força motora das empresas que fazem a economia funcionar, sente a crise? Com empresas a falir e com falta de dinheiro para, sei lá, lembrei-me agora… comer. Quem está nestas condições fica muito feliz quando se aumenta impostos. Felicidade essa que leva a população a fazer piqueniques de amena cavaqueira nas escadas da Assembleia. Serão piqueniques ou manifestações onde são detidas pessoas? Já não me recordo bem…

Pagamos impostos para construir estradas, pagamos para andar nelas, pagamos para estacionar. Em que dia deste ano vão taxar o facto de andarmos a pé? Fica a dica…

Posso ter dito muita coisa parva e sem sentido, mas uma pessoa que tem medo de dizer o que pensa, está, à partida, a estupidificar-se. O que vale é que eu não penso e arrumo desde logo a questão. Cumprimentos a todos e passem pelo facebook do Cavaco para ver se há novidades.

 

Johnny Almeida

Publicado por Universo de Paralelos às 14:06
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